eu quero um namorado.
pronto, falei. só pra ficar registrado ;)
meta: 12 de junho, claro.
ou melhor, 13 de junho...
to sem dinheiro, fazer o que?
sábado, 10 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
terça-feira, 6 de maio de 2008
Ela o convidou, como quem não quer nada, como quem chama já esperando por um não, para ele levá-la até em casa. Só pela companhia, só para não ter que ir sozinha. Ela gostava de estar com ele, antes de mais nada. Ele era um bruto, era bem verdade, mas ela não se importava. Quem sabe ela até gostava disso. Mas foi sem esperanças que ela fez o convite. Porque toda a fantasia se desfaz quando ela está com ele. Nesse momento, só se prevalesse a verdade. A realidade.
O caminho foi longo, como de custume, mas a presença diferente o tornou mais prazeroso. Se foi prazeroso porque era ele, ela não sabe. Foi divertido.
Ele, o mesmo bruto carinhoso de sempre. Ela, a mesma... ela!
E foi numa hora inesperada que um beijo ele lhe pede. Como já o fez tantas e tantas vezes, mas dessa vez parecia diferente. Ela sabia que era diferente. Talvez ela soubesse desde que o convidou, mas não levou isso a sério. Como sempre.
Ela negou. Isso estava errado. Ele sabia disso. Ela sabia disso. Sem discussão. Mas um beijo roubado nunca é demais. E ela gosta, sempre gostou. Mas a única coisa que se passava em sua cabeça era o quanto isso estava errado. Não adianta, ele nao aprende nunca. E ela sabe que nao vai aprender. Ele parece com ela, ele não desiste!
E por mais que ela tenha xingado, brigado, ele não se cansa. É isso que ele quer, é isso que ela quer... por que não? Porque tá errado. Ela não cansa de repetir pra ela mesma.
E ela fica com raiva dele, por ele fazê-la ir contra os seus princípios. E o orgulho dela, onde fica? E o que acontece com todo aquele "nunca mais"? Ele desapareceu com eles, calou-os.
Mas, quando ele já estava indo embora, perto do "até breve" de todos os dias, um beijo ela rouba.
E ela vai embora sorrindo como a muito não fazia.
O caminho foi longo, como de custume, mas a presença diferente o tornou mais prazeroso. Se foi prazeroso porque era ele, ela não sabe. Foi divertido.
Ele, o mesmo bruto carinhoso de sempre. Ela, a mesma... ela!
E foi numa hora inesperada que um beijo ele lhe pede. Como já o fez tantas e tantas vezes, mas dessa vez parecia diferente. Ela sabia que era diferente. Talvez ela soubesse desde que o convidou, mas não levou isso a sério. Como sempre.
Ela negou. Isso estava errado. Ele sabia disso. Ela sabia disso. Sem discussão. Mas um beijo roubado nunca é demais. E ela gosta, sempre gostou. Mas a única coisa que se passava em sua cabeça era o quanto isso estava errado. Não adianta, ele nao aprende nunca. E ela sabe que nao vai aprender. Ele parece com ela, ele não desiste!
E por mais que ela tenha xingado, brigado, ele não se cansa. É isso que ele quer, é isso que ela quer... por que não? Porque tá errado. Ela não cansa de repetir pra ela mesma.
E ela fica com raiva dele, por ele fazê-la ir contra os seus princípios. E o orgulho dela, onde fica? E o que acontece com todo aquele "nunca mais"? Ele desapareceu com eles, calou-os.
Mas, quando ele já estava indo embora, perto do "até breve" de todos os dias, um beijo ela rouba.
E ela vai embora sorrindo como a muito não fazia.
domingo, 4 de maio de 2008
quinta-feira, 1 de maio de 2008
I need to take a holiday;
tá tudo engasgado, eu sei. eu sinto.
então por que não sai? por que eu não digo aquilo tudo que eu passo horas pensando em falar?
por que eu não escrevo mais?
eu me sentia tão bem!
penso talvez que seja porque eu não sei mais fazê-lo. mas, eei, eu sou a mesma!
tudo o que eu pensava, tudo o que eu conheço.. no máximou, aumentou.
até porque ninguém "desaprende" nada, certo?
errado. eu desamprendi a sentir. será?
por mais que eu pense que não, eu sei que, se eu tentar, eu consigo escrever o que eu quiser.
mas... eu nem tentei escrever.
meus pensamentos não estão mais em ordem, em sintonia.
nem eu mesma sei no que eu estou pensando. não fazem mais sentido. não parece nada certo, parecem idiotices. nada presta!
não tenho mais certeza das certezas que eu teimo em ter...
nada faz sentido.
eu achei que eu te amasse. amo?
amor? por que comigo não?
é tão complicado. complicado? é tão simples pra mim...
if this is what he wants, and it's what she wants, then why's there so much pain?
eu só queria te ter por perto. queria...
você?
maybe I'll be back someday after my holiday. I don't know.
tá tudo engasgado, eu sei. eu sinto.
então por que não sai? por que eu não digo aquilo tudo que eu passo horas pensando em falar?
por que eu não escrevo mais?
eu me sentia tão bem!
penso talvez que seja porque eu não sei mais fazê-lo. mas, eei, eu sou a mesma!
tudo o que eu pensava, tudo o que eu conheço.. no máximou, aumentou.
até porque ninguém "desaprende" nada, certo?
errado. eu desamprendi a sentir. será?
por mais que eu pense que não, eu sei que, se eu tentar, eu consigo escrever o que eu quiser.
mas... eu nem tentei escrever.
meus pensamentos não estão mais em ordem, em sintonia.
nem eu mesma sei no que eu estou pensando. não fazem mais sentido. não parece nada certo, parecem idiotices. nada presta!
não tenho mais certeza das certezas que eu teimo em ter...
nada faz sentido.
eu achei que eu te amasse. amo?
amor? por que comigo não?
é tão complicado. complicado? é tão simples pra mim...
if this is what he wants, and it's what she wants, then why's there so much pain?
eu só queria te ter por perto. queria...
você?
maybe I'll be back someday after my holiday. I don't know.
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